Pular para o conteúdo principal

"O Simples bater das asas de uma borboleta..." uma autobiografia sobre a Teoria do Caos, Romanos 8:28 e Final Fantasy Tactics


“O simples  bater das asas de uma borboleta…” ou talvez simplesmente “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28) em uma autobiografia e a minha relação com o jogo Final Fantasy Tactics lançado no dia 20 de Junho de 1997


Em 1983 o Mercado de Jogos nos Estados Unidos despencou, tendo seu valor de mercado caindo em torno de 97%, devido a diversos jogos de má qualidade a falta de confiança seja dos investidores seja dos clientes para comprar os novos lançamentos aumentava cada vez, aquela foi a ruína da Atari anteriormente a gigante dominante dessa área, assim como uma pandemia pode começar em um país, mas não necessariamente ficar presa a ele, isto poderia se espalhar para outras partes do mundo a longo prazo, como por exemplo a Europa ou a América do Sul, que à primeira vista não sentiram o mesmo peso, mas se as coisas continuassem assim poderia impactar diversos outros países do ocidente, a não ser que encontrassem uma “cura” para a causa dessa pandemia.


Em 9 de Julho de 1981 do outro lado do globo no Japão um personagem chamado Donkey Kong é criado para os arcades, e junto dele temos o “antagonista” Jumpman, algum tempo depois Jumpman mudou de nome, se tornando Mario, e assim em 1983 Mario viria a ganhar o seu primeiro jogo como protagonista nos arcades, enquanto os Estados Unidos estavam ruindo, no mesmo ano, o Japão estava confeccionando a cura, em 13 de Setembro de 1985 então surge o primeiro Super Mario Bros, a cura havia ficado pronta, o salvador da indústria dos jogos norte americana chegou, o seu sucesso foi estrondoso, se existisse GOTY naquela época ele teria limpado boa parte da premiação com facilidade, a confiança dos investidores e do público havia sido restaurada, as pessoas perceberam que os jogos ainda tinham grande potencial.


Graças ao bigodudo da Nintendo, a empresa assume a posição antes da Atari como a maior empresa do mundo dos jogos, e também coloca o Japão no topo, levando o Nintendinho a ser um sucesso em várias partes do mundo, naquele solo fértil surgiram diversos nomes que tiveram espaço para florescer, como a franquia Final Fantasy no final de 1987, o sucesso continuava, mas a empresa não parava, isto permitiu a criação do seu console de nova geração com o tempo o Super Famicom lá pelo Japão, ou Super Nintendo aqui no ocidente, era o surgimento também da lendária guerra de consoles, aonde nessa geração ao contrário da anterior aonde não existiam concorrentes a altura, o Mega Drive da Sega chegou para incomodar, porém, ainda sim, a Nintendo não parava, neste tempo surgiu também a franquia Ogre no solo fértil do SNES.


Algum dia no passado, eu tive contato com o mundo dos jogos pela primeira vez, justamente com o Super Nintendo, foi aonde percebi que jogar era algo que eu gostava, naquele momento eu não fazia ideia do que era Final Fantasy muito menos este tal Ogre alguma coisa, mas se Nintendo não tivesse existido, ambos não teriam existido, e de qualquer forma eu nem se que teria tido acesso ao Super Nintendo, mas a história prossegue para uma traição por assim dizer, a Nintendo foi a casa dos Final Fantasy de 1 a 6, porém, depois de uma desavença se tornaram rivais mesmo antes sendo grandes aliados, a Sony que criou o Playstation, aquela geração era a corrida pelo 3D, a empresa detentora dos direito da franquia Final Fantasy optou por se aliar a Sony e poder lançar então o 7 com o auxílio da potência de seu novo console que permitiria gráficos muito mais avançados para época do que o 6 teve no SNES, mas no mesmo ano que diversas pessoas estavam concentrados na corrida pelo 3d pelos gráficos, alguém ali teve uma ideia diferente e resolveu nadar contra a maré.


Yasumi Matsuno, enquanto muita gente, inclusive dentro da própria empresa que ele trabalhava estavam numa direção diferente, optou por ainda sim criar um jogo em pixel art, e com um estilo de jogabilidade não tão “movimentado” como alguns queriam, e assim surge o Final Fantasy Tactics, também conhecido como o sucessor espiritual direito do jogo Tactics Ogre da franquia Ogre, um jogo que mesmo nadando contra a maré conseguiu ser bem sucedido, anos depois dessa criação, e depois de ter tido acesso ao Super Nintendo, tive meu segundo console, um PS1, até aí nada tão extraordinário, ainda mais que nessa época o PS2 já dominava o Brasil, certo dia ouvi falar de um jogo através de um amigo , um jogo aonde os bonequinhos quando estavam machucados ficavam ajoelhados e alguns outros detalhes que foram me deixaram curioso, pedi emprestado e ele me emprestou e então fui jogar.


Fui testar o jogo que fiquei curioso quando cheguei em casa, mas não entendia inglês então não entendi algo básico, que era possível colocar outros personagens para jogar, e então fiquei tentando passar a primeira fase usando somente Ramza e Delita que no começo eram os personagens mais importantes que já ficavam salvos na sua formação inicial, perdi denovo e de novo porque estava tentando fazer do jeito difícil, até passei mal naquele dia, mas o mais engraçado de tudo é que no final mesmo utilizando somente os dois eu consegui vencer a primeira fase, mas apesar da frustração inicial o jogo me chamou a atenção, e fui tentar entender melhor, aos poucos entendendo melhor como funcionava e vendo quão complexo era aquele jogo.


Foi com aquele jogo que aprendi a amar pixel art, mas as coisas vão muito além do que pode se ver a primeira vista, existia uma necessidade, e uma solução, naquela época não existia tradução para o português, então se eu quisesse compreendê-lo ao máximo era necessário aprender inglês, e ao invés de me contentar em não entender, fui pelo caminho difícil e aprendi inglês para poder compreender melhor o jogo, e encontrei um dos mundos mais ricos e fantásticos que já vi na vida, pouco a pouco fui destrinchando aquele jogo, encontrando os segredos e conhecendo mais, até liberando personagens secretos, como um tal de Cloud que na época que eu ainda nem sabia quem era já que até então nunca tinha tido contado com nenhum jogo anterior da franquia.


Existe também uma outra perspectiva jogos no Brasil eram caros, eu não tinha acesso a tantos jogos graças a isto, só que os JRPGs eles são aventuras que podem gerar centenas de horas de gameplay, ao contrário de alguns jogos que em um dia era possível concluir tudo, e nisto aprendi a amá-los porque permitia a diversão por um tempo muito maior que a maioria dos gêneros, principalmente se não for jogar em coop, já que alguns jogos o tempo só aumenta se você jogar junto de alguém, e assim a diversão que também durava mais, em determinado momento também foi um refúgio e uma distração contra a depressão, numa época que eu de certa forma nem sequer sabia ainda direito à complexidade do que a depressão poderia ser, de certa forma o “simples bater das asas de uma borboleta…” no Japão nos anos 80 criou uma tsunami que anos depois não só mudou como salvou minha vida.


Mas não acaba por aí, aprender inglês foi um dos recursos mais preciosos que adquiri na minha vida, se tornando útil e essencial principalmente para a maneira de trabalho que optei no trabalho, uma mera curiosidade, tomou proporções colossais em minha vida com o tempo, e ainda existe mais profundidade em tudo isto, em 1989 também no solo fértil do Nintendinho, uma empresa lançava seu primeiro jogo, o nome era Mendel Palace, um jogo de puzzles, aquele jogo que faria história também, na vida de tanta gente, mas você pode pensar “Eu nunca ouvi este nome, como ele poderia ter feito diferença na minha vida?”, mas agora deixa eu te falar, qual foi a empresa que debutou com aquele jogo, e cujo sucesso daquele jogo foi essencial para continuar existindo, o nome era… Game Freak, o sucesso de Mendel Palace foi essencial para pavimentar a trajetória daquele empresa, para que em 1996 Satoshi Tajiri e Ken Sugimori fundadores dela finalmente pudessem criar Pokémon, e o resto é história.


Um dos grandes amores da minha vida por assim dizer, surgiu ali, algo que fez parte da minha trajetória em diversos momentos, a primeira vez que tive contato com Pokémon foi através do anime, e gostei, mas com o tempo conheci os jogos e gostei ainda mais, o primeiro contato que tive com ele foi com o Pokémon Ruby, outro jogo que conheci novamente através de algum amigo, gostei tanto que quase virei a noite jogando ele, mas prosseguindo, de certa forma com o tempo este nome se tornaria mais e mais recorrente, se tornando na prática um dos pilares e aspectos fundamentais daquilo com que trabalho hoje em dia, e mais uma vez, graças a pessoas que nadaram contra a maré, e inovaram, Pokémon surgiu para o Gameboy justamente na época da corrida pelo 3d no mundo dos jogos, mas veio para mostrar que não necessariamente um jogo precisa de gráficos espetaculares para ser um sucesso estrondoso.


Às vezes num dia qualquer você fez algo, ou criou algo, ou falou algo e por aí vai, e naquele primeiro momento isto pode não ter significado tanto, mas pode não perceber o tamanho das proporções que isto se tornaria, e hoje eu percebo que graças a Deus pela vida daqueles que nadam contra a maré, no meio empresarial existe uma teoria “A teoria do Oceano Azul e Oceano Vermelho”, o Oceano Vermelho é feroz, é competitivo, é onde a maioria quer estar e quer vencer, e este é o grande erro de alguns, tenta competir com gigantes usando as mesmas armas deles, e nisto acaba perdendo, porém, temos o Oceano Azul um lugar que apesar de não ter tanta popularidade, a concorrência é bem menor ou nem se quer existe, para isto ao invés de lutar com as armas daqueles no Oceano Vermelho você cria as suas próprias, o criador de Final Fantasy Tactics foi alguém que nadou no Oceano Azul, criando um jogo de Pixel Art em um ritmo mais lento, enquanto o 3D e jogos mais rápidos estavam se tornando cada vez mais populares e comuns, ironicamente, o maior rival da Nintendo no passado teve seu maior sucesso justamente quando nadou no Oceano Azul, eles criaram um jogo gigante chamado Kid Chameleon de plataforma para competir diretamente com Mario, e infelizmente fracassou, não um fracasso total mas ficou muito atrás do esperado pelo investimento, e eles tiveram sucesso estrondoso só quando “Correram na direção oposta” através de Sonic, o ouriço azul, o primeiro e maior rival de Mario, hoje em dia a Sony que foi uma das principais rivais da Sega e culpada por ela ter fracassado no mercado de videogames, não tem algum personagem iconico que se quer chegue perto ao nível de influência que Sonic tem e teve na cultura pop, infelizmente o grande fracasso da Sega foi querer nadar no Oceano Vermelho, se ela tivesse preferido por continuar nadando no Oceano Azul assim como foi quando criou o Sonic talvez ainda estaria firme e forte hoje em dia.


Às vezes não será tentando fazer o que todo mundo faz, ou tentando superar os melhores que você encontrará o sucesso, que você fará diferença, muitas vezes é justamente fazendo diferente, fazendo o que as pessoas não fazem, que você pode ter um resultado que jamais imaginaria, pois, ao invés de ser mais um na multidão, você pode ser diferente e chamar a atenção que não chamaria parecendo simples mais do mesmo, e esta questão do Oceano Azul com o tempo se tornou o lema da Nintendo, e graças a isto algumas gigantes caíram, mas ela permaneceu, dentro da Nintendo houve um homem que a paixão brilhou tanto que quebrou o nepotismo e o poder do sangue, Satoru Iwata, anteriormente a presidência da Nintendo era meio que um negócio da família Yamauchi, mas Satoru brilhou tanto lá dentro, que simplesmente Hiroshi Yamauchi ao se aposentar passou a presidência da empresa para Iwata, quebrando uma tradição de mais de 100 anos.


"No meu cartão de visitas, eu sou o presidente de uma empresa. Na minha mente, eu sou um desenvolvedor de jogos. Mas no meu coração, eu sou um gamer." (Satoru Iwata)


Satoru Iwata foi peça fundamental no sucesso de Pokémon, e de outras coisas dentro da empresa da Nintendo também, os primeiros jogos estouraram, e a Nintendo queria trazê-los o quanto antes para o Ocidente, mas a Game Freak estava sobrecarregada, não conseguiria fazer uma localização decente à tempo para isto, mas Iwata fez o “caminho das pedras”, para facilitar que isto acontecesse analisando o código do jogo e colocando a mão na massa por assim dizer para ajudar no que precisava ser feito.


Em uma única semana ele conseguiu portar o estilo de combate do Pokémon de Gameboy para o Stadium, algo que chocou até os criadores originais, também foi responsável por otimizar a velocidade o que salvou o jogo Pokémon Gold e Silver, sequência direta dos jogos originais, sendo muito importante para que o sucesso de Pokémon não fosse meramente passageiro como diversas franquias do passado, mas durassem até os dias de hoje, ali ele usou algo que ele mesmo havia refinado na criação de Earthbound, enquanto ele focava num dos maiores problemas daquele jogo, isto permitiu que a Game Freak concentrasse seus esforços num dos mais icônicos pós-games do mundo dos jogos, colocando Kanto inteira depois de encerrar a geração de Johto, que foi algo que surpreendeu e agradou muita gente, e muito inesperado para aquela época ajudando bastante no sucesso daqueles jogos também.


Em Ultra Sun e Ultra Moon um NPC que vai te falar justamente sobre ele, um “cara incrível que se tornou presidente de uma empresa enorme algum tempo depois”, mostrando a gratidão que tinham por ele ter ajudado no passado, Satoru Iwata era o homem que queria os jogos fossem divertidos, e nisto foi tentando pensar fora da caixa e criando estratégias diferentes, algumas infelizmente fracassaram comercialmente, mas grande sucesso, quase que um lema de "Na Nintendo, nós não fugimos dos riscos. Nós corremos em direção a eles.", foi assim que a Nintendo começou a criar coisas como o Nintendo DS (Um portátil de duas telas?) ou o Nintendo Wii (Meu controle, parece muito com um controle de TV?) e por aí vai, muitas vezes fugindo do Oceano Vermelho e se aventurando no Oceano Azul, infelizmente Iwata nos deixou cedo demais, mas foi um bom homem, não estou exagerando, em um momento difícil da empresa, ele nadou no Oceano Azul por assim dizer, hoje grandes empresas preferem demitir funcionários para cortar gastos, o que Satoru fez? ele cortou o próprio salário pela metade, e convenceu também a diretoria a cortar parte de seus salários também, ao invés de focar em demitir os funcionários menores, agora me diz, quantas vezes você viu um presidente de uma grande empresa fazer isto? 


"Se reduzirmos o número de funcionários para obter melhores resultados financeiros a curto prazo, o moral dos funcionários diminuirá. Duvido sinceramente que funcionários que temem ser demitidos consigam desenvolver softwares que impressionem pessoas ao redor do mundo."  (Satoru Iwata)


Ele não era só um gamer, ele era realmente humano, diferente do que muita gente imagina do alto escalão de grandes corporações, no final das contas o maior sucesso dele, só viu depois de sua morte, quem dera ele estivesse aqui para ver o seu lado, pois, ele era o principal arquiteto conceitual e chefe do projeto simplesmente do Nintendo Switch, que é simplesmente o maior sucesso da história da Nintendo, e é o console que está mais perto de destronar o que parecia inigualável em números PS2, e assim, correndo contra a maré, indo nadar no Oceano Azul ao invés do Oceano Vermelho, eles conseguiram um sucesso estrondoso também, ao invés de investir somente em potência e gráficos como seus concorrentes, resolveram pensar diferente, e mostrou na prática o que eu disse, às vezes ao invés de competir usando as armas dos outros, o melhor é criar você suas próprias armas.


Mas a marca dele esteve ali, estava sim, bem ali, apesar de hoje em dia não estar mais presente infelizmente, mesmo que muitos não tivessem visto ou sequer cogitado a existência, dentro do console do Nintendo Switch estava incluso o jogo jogo Golf de 1984 Nintendinho, algo descoberto por hackers algum tempo depois do lançamento do console, mas você pensa porque diabos um jogo de Golf estaria nos consoles? simples, não era um jogo qualquer foi um dos primeiros jogos que Satoru Iwata programou na vida para a Nintendo, e assim, mesmo que não fisicamente, em memória ele está presente ali em seu sucesso, um sinal que talvez nunca descobrissem, mas que está lá, aonde alterando a data no Nintendo Switch para 11 de Julho de 2015 data de falecimento dele, usando os joycons para imitar a forma como Iwata terminava suas apresentações, acertando no movimento, você ouviria a voz de Iwata, e assim, mesmo que não fisicamente, ele pode por um bom tempo estar presente junto de seu maior sucesso.


E assim às vezes olhamos para um jogo, e vemos apenas um jogo, ou às vezes algo que consideramos datado e ultrapassado, pode ter um valor e significado muito maior do que os olhos podem ver, graças a homens que resolveram navegar no Oceano Azul ao invés do Vermelho jogos como Final Fantasy Tactics existem, o jogo que pode não ser o melhor ou mais bem feito de todos os tempos, mas é, e sempre será o meu jogo de todos os tempos, o jogo que me ensinou a amar diversas coisas, e que impulsionou a mudar minha vida positivamente em diversos aspectos, em última instância, um jogo que se não existisse, talvez nem se quer eu ainda estivesse aqui para estar escrevendo estas palavras.


E assim trouxe aqui uma História real para ilustrar que uma sequência de acontecimentos “improváveis” gerou uma Tsunami na minha vida, não negativamente mas positivamente, e isto serve não somente para ilustrar a famosa Teoria do Caos, que ensina um bater das asas de uma borboleta no outro lado do mundo pode criar uma tsunami do outro lado do globo, mas também, como bem ensinou o Apóstolo Paulo que “todas as coisas cooperam para o bem…” ou parecido como o próprio Evangelista Mateus mostrou, começando o Evangelho que escreveu justamente com uma genealogia, para que as pessoas pudessem “ligar os pontinhos” e perceber que tantas coisas que aconteceram no Antigo Testamento não foram ao caso, estava tudo interligado com a História de Jesus o Salvador da Humanidade, e assim, tudo aquilo no final das contas também cooperou para o nosso bem e assim a vida no final das contas é como eu digo, é muito mais profunda do que olhos desatentos conseguem perceber à primeira vista.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SGC #20 - "E se?" Uma reflexão com o exemplo de Professor Girafales e Dona Florinda.

- Que milagre o senhor por aqui! (Dona Florinda / DF) - Vim lhe trazer este humilde presente. (Professor Girafales / PG) - Muito obrigada! Não gostaria de entrar para tomar uma xícara de café? (DF) - Não será muito incômodo? (PG) - Mas é claro que não, queira entrar! (DF) - Depois da senhora. (PG) Não uma, nem duas, muito menos três mas centenas de vezes este diálogo mencionado anteriormente se repetiu, era óbvio o interesse que um tinha no outro, entretanto nenhum dos dois tomava iniciativa, ficando sempre na mesmice de sempre, uma enrolação sem fim, de forma parecida agem muitos indivíduos no mundo real, inclusive dentro da Igreja. Algo que ocorre é que muitas pessoas se acostumam à uma zona de conforto e por conta disto não tentam coisas diferentes, e assim permanecem sempre no mesmo diálogo sem nunca avançar além disto, e assim perdem a oportunidade de conquistar algo mais, estas pessoas pensam “e se piorar?” “e se eu perder o que eu já tenho?” e outros pensam...

SGC #22 - Não é nada disto do que você está pensando

Este personagem foi escolhido pelo fato de ser o mais poderoso do anime Dragonball... quer dizer, na verdade não é isto.., ele foi escolhido por um motivo simples mas do qual podemos tirar uma lição relevante, seu nome é Mr. Satan. Muitos pais no passado foram à loucura quando viram seus filhos assistindo determinado episódio de Dragonball Z aonde a multidão gritava “Satan, Satan, Satan..”, obviamente com este nome as coisas podem ser facilmente interpretadas de maneira errada, no final de contas ele é um personagem que não tem nada a ver com Satanás a não ser talvez o fato dele ser um grande mentiroso, mas seu nome não tem relação alguma com Satanás, na verdade o criador do anime tentou fazer um um anagrama (inverter a ordem das letras de uma palavra a fim de formar uma nova palavra) com a palavra Santa que se refere ao Nome Santa Claus que traduzido seria Papai Noel, só que parece que os resultados foram bem inesperados, por conta de sua cultura Akira Toriyama (criador do anime...

SGC #10 - Aprendendo com o exemplo de Aldebaran de Touro

Sabe qual o único motivo pelo qual um crente costuma buscar saber seu signo?, para saber qual Cavaleiro de Ouro o defende no anime Cavaleiros do Zodíaco, grande maioria para não dizer todos ficavam decepcionados quando descobriam que o defensor do seu signo era o gigante brasileiro chamado de Aldebaran. Ele é um dos doze cavaleiros de ouro que defendem Athena, ou seja, está entre os cavaleiros mais poderosos (e de patente mais alta), Aldebaran é conhecido por sua enorme força física porém ainda sim na maioria das vezes é considerado pelos fãs do anime como um dos cavaleiros de ouro mais fraco, senão o mais fraco. Aldebaran ficou marcado por momentos não muito “grandiosos”, na primeira grande saga do Anime ele foi o primeiro cavaleiro de ouro à ser derrotado pelos cavaleiros de bronze, obviamente que ele não lutou a sério mas isto muita gente não conta, em outra temporada ele foi derrotado facilmente pelo inimigo, mas ao contar esta história muitos se esquecem que este...