“O simples bater das asas de uma borboleta…” ou talvez simplesmente “ Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus ” (Rm 8:28) em uma autobiografia e a minha relação com o jogo Final Fantasy Tactics lançado no dia 20 de Junho de 1997 Em 1983 o Mercado de Jogos nos Estados Unidos despencou, tendo seu valor de mercado caindo em torno de 97%, devido a diversos jogos de má qualidade a falta de confiança seja dos investidores seja dos clientes para comprar os novos lançamentos aumentava cada vez, aquela foi a ruína da Atari anteriormente a gigante dominante dessa área, assim como uma pandemia pode começar em um país, mas não necessariamente ficar presa a ele, isto poderia se espalhar para outras partes do mundo a longo prazo, como por exemplo a Europa ou a América do Sul, que à primeira vista não sentiram o mesmo peso, mas se as coisas continuassem assim poderia impactar diversos outros países do ocidente, a não ser que encontrassem uma “cura” para a causa dessa pandemi...
Ao longo da Jornada de Ash no anime de Pokémon, ele teve diferentes companheiros de jornada humanos, porém, aquele que mais passou tempo viajando com o protagonista é aquele que usarei para ilustrar este texto, Brock, o ex-líder de ginásio da cidade de Pewter em Kanto. Geralmente quando lembram de Brock a primeira palavra que a maioria vai associar a ele é “mulherengo”, porque ele constantemente estava dando em cima das garotas que encontrava, e chega a ser trágico saber que houve pelo menos um episódio em que ele foi genuinamente correspondido, já que Lucy uma dos cérebros da fronteira genuinamente se apaixonou por ele, porque tem uma característica do Brock que ela gostou muito, mas infelizmente no final não ficaram juntos, acaba que ele é alguém que sempre buscou o amor, e numa das poucas vezes que realmente achou, as coisas não colaboraram ao seu favor, mas a realidade é que Brock é muito mais do que esta questão que a maioria associa a ele, eu diria que ele é muito mais “Hom...