Existem em diversos idiomas duas palavras que muitos julgam ser literalmente iguais em seu significado, ou até mesmo que não falem expressamente, eles agem como se fossem a mesma coisa, quando na verdade nem sempre é, que seriam a palavra “adversário” e a palavra “inimigo”, pode ser que um adversário seja também seu inimigo, porém, nem sempre um adversário é seu inimigo, e por mais que isto possa parecer uma diferença insignificante, na realidade é algo muito profundo e importante que devemos aprender e refletir em diversos momentos, para não sermos injustos com alguém, porque pode ser que na realidade inclusive o nosso adversário seja até mais “nobre” que nós mesmos em certos casos.
Para ilustrar este ensinamento eu trarei um “What If” é uma história alternativa de Dragonball, que não segue a cronologia original, alterando em determinado momento, esta acontece no jogo Dragonball Sparking Zero, onde nós novamente estamos no Torneio do Poder, bem no finalzinho dele, aonde está acontecendo o embate final de Goku contra Jiren pelo destino do universo, ou melhor dizendo, dos universos, só que aqui você não é Goku, não, aqui você está na pele do orgulhoso Jiren, resultando num final diferente, Goku e seus amigos são derrotados, e o Universo 7 é apagado por Zeno junto dos demais, dando assim a vitória para Jiren e o Universo 11.
Aos olhos de muitos a esperança estaria perdido, Jiren parece ser alguém que acredita mais na Força, dó que no próprio bem, por assim dizer, e seu sonho era poder reviver seu mestre que foi assassinado no passado e ele não pôde fazer nada para salvá-lo, nisto o esperado é que ele buscasse realizar seu sonho com o desejo que era garantido pelas super esferas do dragão ao vencedor, porém, Jiren não é mal, ele pode ser bem orgulhoso e arrogante em diversos momentos, mas não, ao contrário do que alguns pensaram ele está longe de ser alguém maligno realmente, e o resultado fica expresso quando Super Shenlong aparece finalmente e o último guerreiro de pé fala seu desejo…
“Eu desejo que todos os universos que foram apagados sejam restaurados”
Surpreendendo até mesmo seus aliados como Toppo que estavam na arquibancada observando, o guerreiro da tropa do orgulho, ao invés de reviver seu mestre, que era a sua ambição anterior, opta por desejar que os universos apagados por Zeno no Torneio fossem restaurados, mesmo ele sendo um adversário, o desejo dele é basicamente o mesmo que Goku teria feito, e foi o mesmo que o Andróide 17 fez no futuro canônico da obra, mesmo com visões bem diferentes de mundo, o resultado final foi exatamente o mesmo, ele nos ensina uma lição que muitos nunca nem sequer pararam para pensar, que é exatamente o que eu comecei escrevendo neste texto.
Jiren e os guerreiros do Universo 11 contra Goku e os seus amigos do Universo 7, não eram necessariamente inimigos, eles eram adversários naquele Torneio, mas não inimigos, no final não somente estavam lutando pelo bem do próprio Universo, mas também, assim como o Verdadeiro Amor não olharam somente para o que era seu, mas também para o que era dos outros, e buscaram restaurar todos os universos caídos naquele combate, mas tem pessoas que por motivos tolos odeiam o seu próximo, simplesmente porque foram colocados em lugares opostos em algum momento da vida, não percebendo quão cegos estão e quão injustos podem estar sendo contra seus adversários.
Agora vamos para um exemplo claro como a Luz do Dia, que é o futebol, é muito comum pessoas de um time odiarem o seus rivais, não estou dizendo que é certo, estou só constando que é bem comum, mas pode ser que seu adversário seja muito mais nobre do que você neste caso também, e para isto existe um exemplo bem nítido, os estádios constantemente são deixados lotados de lixo, para que quem vier depois limpe, isto é comum em vários lugares do mundo, e ainda mais comum se o time daquela pessoa perdeu, ela sai frustrada e com raiva, mas existem pessoas que fazem diferente do esperado, estou falando dos japoneses.
Em diversas copas os torcedores da Seleção Japonesa ao se encerrar o jogo ao invés de simplesmente saírem, começam a limpar o lixo deixado, porque eles tem um ideal de que o certo é que você deixar o ambiente que chegou ainda mais limpo do que quando chegou lá, ao bem conflitante com a ideia dos outros de deixarem a sujeira para os próximos, e nisto mesmo sem um obrigação formal ou lei, eles simplesmente buscam limpar o ambiente, isto inclui até mesmo quando eles perderam a partida, e em alguns momentos limpam até o lixo deixado pelo adversário, agora me digam, estou errado em falar que mesmo eles sendo adversários na prática foram mais nobres do que aqueles que os enfrentaram?
Eu poderia citar novamente aqui o exemplo de George Whitefield e de John Wesley, aonde um mesmo sendo calvinista e o outro arminiano, sendo assim adversários teologicamente falando, nutriam grande respeito e amizade um pelo outro, porém, dessa vez vou citar outro exemplo, também neste mesmo estilo, dessa vez estou falando das “Cartas de um diabo ao seu Aprendiz”, por mais que este nome soe como muito maligno para diversas pessoas, acredite é um livro bem cristão, primeiro vamos para um período histórico, por mais que Martinho Lutero seja o mais lembrado quando se trata de ter realizado um cisma com a Igreja Católica Romana, existe um outro indivíduo que fez um cisma que dentro do seu país teve proporções enormes, tornando a nova Igreja inclusive a religião oficial do país.
Estou falando do que ocorreu em 1534 com o Rei Henrique VIII por discordar dos ensinamentos da antiga igreja sobre o divórcio ele fundou a sua própria lá na Inglaterra, e diferente do caso do que Lutero fez que era algo mais opcional, e que inclusive existiam amigos dele como Calvino que já nutriam uma visão diferente das coisas, por ser um rei fundando esta denominação ele também a tornou a religião oficial do seu reinado, foi graças a este acontecimento que o John Bunyan que também já mencionei no passado sofreu bastante, mas o que quero falar é que para os católicos, o Rei Henrique foi uma pedra no sapato, porque ele simplesmente confiscou e tomou para ele praticamente tudo que pertencia a Igreja Católica Romana e ficava no seu território, então é normal que existe um sentimento não muito agradável entre ambas as denominações, mas neste caso por mais que Henrique VIII fosse provavelmente o que daria para chamar de inimigo, não quer dizer que os anglicanos sejam necessariamente inimigos dos católicos.
E é aqui que finalmente chegamos no nome que disse “Cartas de um diabo a seu aprendiz” este é um livro que foi escrito por C.S. Lewis mais de 400 anos depois do cisma realizado pelo Henrique VIII, aonde o mundo já era bem diferente, porém, mesmo não mais sendo obrigado, Lewis era um anglicano, e por mais que ele seja mais conhecido pelas Crônicas de Nárnia um livro que faz uma certa alegoria bem bonita da jornada cristã, ele também escrevia outras coisas, o que inclui este livro, que no caso na realidade ele te ensina a fazer o “oposto”, pense o seguinte, é como se um diabo estivesse ensinando ao outro como são as melhores maneiras de fazer um homem cair, justamente para que algumas pessoas percebessem que em alguns momentos achando estar de pé, na realidade estavam no chão, mas o ponto principal que eu chamo atenção deste livro é outro, ele foi dedicado a um grande amigo de Lewis, um homem que muito provavelmente você conhece também.
O livro foi dedicado a J. R. R. Tolkien o autor de uma outra franquia de livros bem antiga e famosa, que muitos podem conhecer simplesmente como Senhor dos Anéis, mas tem um detalhe muito pertinente e profundo sobre a amizade dos dois, enquanto Lewis era um anglicano, Tolkien era um católico, ambos convictos em suas crenças, fato curioso é que a ligação do autor de SENHOR dos Anéis com o Catolicismo é tão grande que ele até mesmo já foi mencionado por Papas no passado, mas o grande ponto aqui é, eles pensavam diferente, porém, isto não os impediu de nutrir respeito um pelo outro, criando uma das amizades mais inesperadas da histórias por um lado, mas também das mais notáveis, a briga que “seus pais” tiveram no passado pouco importava para eles, ainda sim foram amigos, porque por mais que teologicamente adversários, no caso deles não era algo suficiente para torná-los inimigos um dos outros, e olhando para ambos é bem complicado você falar que um dos dois era alguém “maligno”, apesar de que sei bem que existem grupos que atacam ambos os lados, porém, para isto irei para mais um exemplo.
Deste vez estamos dentro da Bíblia, no passado como muitos sabem os judeus eram considerando o povo de Deus, o povo escolhido, e bom, eles sabiam muito bem disto, o problema é que graças a isto muitas vezes ele se consideravam superior aos outros, curiosamente pensando estar próximo do SENHOR, acabavam se afastando bastante dele, eles faziam isto com pessoas como os Publicanos, que no caso se eu fosse usar algo para explicar o que são, poderia dizer como se fosse a Receita Federal hoje em dia, eles cobravam os impostos de Roma sobre o povo judeu, e graças a isto eram odiados pelo próprio povo, muito parecido como muitos odeiam a Receita Federal hoje em dia até, mas curiosamente isto não impediu Jesus de chamar Mateus, anteriormente um publicano para ser um de seus apóstolos, mas tem um outro grupo que vai servir para ilustrar melhor o ponto que quero chegar, que são os Samaritanos.
Os Samaritanos eram de certa forma uma “mistura” não só no quesito de linhagem, já que muitos judeus não os consideravam tão puros quanto eles por terem se misturado com pessoas de povos estrangeiros, mas também no quesito religião, sim, eles adoravam à Deus, assim como os judeus, mas eles seriam facilmente o que muitos ao longo das eras chamariam de “hereges” porque eles rejeitavam elementos muito importantes do Judaísmo na época, e se olharmos apenas de uma maneira literal, por assim dizer, até que faz sentido pensar que os Judeus odiavam eles, afinal, eles estavam claramente deturpando sejam costumes, sejam a própria Lei de Deus no passado, só que por incrível que pareça, é possível que um Samaritano estivesse mais perto de Deus, do que um judeu nascido em lar judaíco, criado tendo acesso a todos os livros e lei do Antigo Testamento, comparado com os Samaritanos que normalmente só confiavam no Pentateuco, o curioso é que existem relatos que você chamam alguém de Samaritano era praticamente um xingamento contra a pessoa, mas o Senhor Jesus veio para nos mostrar que nem tudo era tão simples quanto parecia ser aos olhos humanos, ele não veio advogar em favor do pecado, ou das atitudes erradas que certos grupos faziam, e sim, e favor do pecador, mostrando que na realidade o adversário por mais que para os judeus parecia alguém terrível, poderia ser mais nobres que ele.
“E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. Mas certo samaritano, viajando, veio até ele e, vendo-o, foi movido de íntima compaixão; E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira.”
(Lc 10:30-37)
Jesus conta uma história sobre um homem foi assaltado e deixado para morrer, passou por ele um sacerdote, alguém que teoricamente é alguém relevante dentro do meio religioso e pelos olhos humanos deveria estar próximo de Deus, porém, era alguém bem distante, ele ignorou e passou direto como se não tivesse visto um necessitado, depois passou um levita, que também é algo muito envolvido com a realização do culto à Deus no passado, e sabe o que ele fez? também passou direto como se não tivesse visto o necessitado, os dois são facilmente considerados “mais nobres” pelos judeus de sua época, e muito provavelmente o conhecimento teórico da palavra de Deus deles deveria ser bem alto também, porque era bem comum para os judeus estudá-la desde cedo, mas eis que passou um Samaritano, aquele que é odiado, e menosprezado, o “herege” para os judeus, e sabe o que ele fez? seu coração se comoveu com o necessitado e fez todo possível para ajudá-lo, mostrando que mesmo que não tivesse um conhecimento teórico tão grande, o conhecimento prático que ele tinha era muito maior, e no final estava muito mais próximo de Deus do que os outros dois, fazendo isto Jesus subverteu o que os homens daquela era pensaram, de que o Samaritano era sempre o mal, sempre o ruim, mostrando que um Samaritano poderia inclusive ser melhor e mais nobre que os próprios judeus, e ele não pegou exemplos de “judeus simples” ele citou Sacerdotes e Levitas que eram aqueles que representavam papéis muitas vezes respeitados pela sociedade, e realmente importantes no serviço à Deus naquela era.
“Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.” (Mt 9:13)
Olha, vou ser sincero, conhecimento Bíblico não é ruim, longe disto, mas você pode ter decorado cada letra do primeiro a último livro, talvez até mesmo no idioma original, se você não tem misericórdia, seu conhecimento é vão e inútil, melhor é saber menos e ter esse conhecimento refletido em suas ações, do que saber muito e seu conhecimento ser meramente teórico, o próprio Apóstolo Paulo ensina isto na prática posteriormente, falando de que se ele não tivesse o amor nada seria, e ele é o literal exemplo do que eu estou dizendo, antes Saulo sabia muito, muito mesmo, ele se considerava um verdadeiro Paladino da Justiça do povo judeu, expurgando o povo de Deus dos “hereges” que eram os cristãos, mas na prática ele estava cego, e foi necessário ficar cego de maneira literalmente primeiro para que só depois passasse a ver, que ele tinha o conhecimento teórioco, ma faltava o conhecimento prático, o Amor, o Ágape é a essencial principal do conhecimento prático, infelizmente muitos são como o Sacerdote e o Levita que tinham muito conhecimento teórico mas não tinha amor, e assim o conhecimento deles de nada servia, infelizmente muitos sábios no grande dia ouvirão “Tenho, porém, contra ti que deixaste o primeiro Amor…”
“E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio de Samaria e da Galileia; E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe; E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós. E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos. E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz; E caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças; e este era samaritano. E, respondendo Jesus, disse: Não foram dez os limpos? E onde estão os nove? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” (Lc 17:11-19)
Jesus certa vez curou 10 leprosos, mudando assim radicalmente para melhor a vida daqueles 10 indivíduos, pois, a lepra era considerada uma das piores sentenças que um ser humano poderia ter naquela geração, porém, esta cura tem um acontecimento curioso, 9 deles foram voltar a viver sua vida normalmente, e somente um voltou, pois, foi grato por aquilo que o Mestre fez, e queria agradecê-lo, e adivinha? Este era um estrangeiro, um Samaritano, e no final quem é que foi salvo? Sim, o Samaritano, pois, sua fé era genuína por mais que os judeus não acreditassem neles, um Samaritano que muitos menosprezariam, deu uma lição de gratidão que ecoa por gerações, enquanto isto muitos “Mestres da Lei” até os dias de hoje, parece que não fazem a mínima ideia do que seja a gratidão de maneira prática, existem pessoas cheias de teoria, mas que o conhecimento não sai do papel, falam e falam, mas nunca ou raramente conseguimos ver essas palavras se refletirem em ações práticas, e nisto, em mais de um momento o Samaritano foi mais nobre que o Judeu, e assim, o “adversário” demonstrou a verdadeira nobreza, e isto acontece em várias gerações, e é por isto que é muito importante, sim, tudo bem discordar do pensamento do seu adversário, e defender o que acredita, e lutar pelo que considera certo também, mas faça isto com respetio e com amor, e não com ódio e vingança, porque por mais que inimigos existam sim, nem todo adversário é seu inimigo, em alguns casos paradoxalmente pode ser que seu adversário queira literalmente a mesma coisa que você como foi o caso de Jiren, e no final das contas Jesus ensinou algo importante também, que inclusive te ajuda a não cair neste erro que muitos caem de odiar seus adversários, sim, o Mestre simplesmente foi além.
"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos." (Mt 5:43-45)
Se não fosse possível separar o pecador do pecado, Jesus nos estaria incentivando ao pecado aqui, porém, não é o que acontece, nós não somente devemos amar nossos adversários, na realidade até mesmo nossos inimigos devemos amar, contradizendo a lógica humana no final das contas, e isto na teoria te ajudaria a evitar o erro de odiar os seus adversários que não são seus inimigos, mas na prática sendo bem sincero hoje as pessoas mal amam seus amigos, quanto mais os outros casos, sim, discordem e pensem diferente dos outros, está tudo bem em diversos momentos, da mesma forma que ninguém precisa torcer pelo mesmo time, porém, tem certas coisas que não são e nunca serão um motivo grande suficiente para você odiar o seu próximo, e isto muitos esquecem, nisto aqueles que são tratados como lixo pela sociedade, e até por mestres da Lei, na prática podem estar muito mais próximo de Deus, do que eles próprios, o exemplo mais simples disto é ver, sua fé, seu conhecimento ele se reflete nas ações? ou não sai do campo da teoria? porque se não sai da teoria você está cometendo o mesmo erro da Igreja de Éfeso, ela atacava os falsos mestres, lutava pela Verdade, mas ainda sim foi repreendida em Apocalipse, porque deixou o Amor para trás, não seja um “sepulcro caiado” que por fora parece belo, bonito e digno, mas que por dentro está morto, muitas pessoas ao verem seus adversários pensam o mesmo que pensavam de Jesus “poderia vir alguma coisa boa de Nazaré?” mas Jesus não mostrou isto somente como seu próprio exemplo, mas com o dos outros também, seja um dos seus apóstolos sendo um Publicano que inclusive posteriormente escreveu um dos Evangelhos, seja através dos próprios Samaritanos mostrando que sim, era possível vir coisas boas da onde muita gente jamais esperaria, não deixe que o fato de estar em posições conflitantes com alguém, encha sua alma e seu coração de ódio, porque assim, você será como aqueles que buscando se salvar, na realidade está apenas indo cada vez mais próximo a perdição.

Comentários
Postar um comentário