Pular para o conteúdo principal

Mendel Palace, o grão de mostarda que impactaria o mundo de uma maneira que poucos imaginariam


"Outra parábola lhes propôs, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos." (Mt 13:31, 32)


Jesus faz uma analogia do Reino dos Céus com um grão de mostarda, para ilustrar algo que começou singelo por assim dizer, mas que com o tempo se tornaria grandioso, assim como um grão de mostarda começaria como um semente insignificante, mas com o tempo viraria se torna muito maior do diversas plantas e principalmente muito maior do que era quando começou, e aqui o nosso Senhor está ensinando não somente a perceber que o Reino dos Céus é algo muito mais grandioso do que muitos imaginariam naquela época, ou imaginam hoje em dia ainda, como também não devemos menosprezar o começo das coisas, não é porque algo aparece insignificante aos seus olhos enquanto começa, que aquilo não tem chance de dar bons frutos.


E nisto eu quero falar sobre o jogo Mendel Palace, publicado para o Nintendinho antigamente, este jogo foi relevante para a infância de muitas pessoas ao redor do mundo, inclusive ainda nos dias de hoje, graças a existência dele algo que se tornou importante na vida de muitos veio a existir, algo que talvez inclusive seja importante para você, ou foi importante para ti no passado, e muitos nem se quer imaginam, porque tenho certeza muitos nem sequer ouviram falar do nome “Mendel Palace” ou “Quinty” que era o nome original deste jogo, que até é um jogo divertido de quebra-cabeças, mas que com certeza muitos não imaginariam as proporções que esta pequena semente plantada geraria com o tempo.


Um grupo de amigos no Japão lá nos anos 80 tinha uma revista, que falava sobre jogos, publicada e criada por um deles, pois, eram pessoas que realmente amavam jogar, até que determinado dia eles pensaram em sair da teoria e ir para a prática, e passaram a estudar o FAMICOM que é como era chamado o Nintendinho japonês, e assim principalmente o criador dessa revista passou um tempo considerável estudando programação também e tentando desenvolver seu primeiro jogo, e com o tempo finalmente lançou o que aqui no Ocidente nós passamos a conhecer como Mendel Palace.


O jogo tem um sucesso modesto por assim dizer, mesmo somando Japão e Ocidente não passou de 130 mil cópias vendidas, isto para muitos seria insignificante, mas ao mesmo tempo mostrou para o mundo que aqueles amigos não eram só alguém que também poderiam fazer seus próprios jogos, ao invés de só falar do jogo dos outros, e de qualquer forma foi um lucro e sucesso mesmo não sendo algo tão grande ou significativo como muitos imaginariam, e graças a este sucesso no primeiro projeto a empresa deles pode continuar e aos poucos puderam se aventurar em outros jogos, mas talvez você possa ainda estar sem entender, como é que este jogo poderia ser relevante?


Eu propositalmente omiti algumas informações, mesmo tendo postado a imagem da capa do jogo no ocidente no começo do texto, tem inclusive algo muito importante que não está mencionado nela, e isto é justamente para trazer o fator surpresa, o criador principal dessa revista que mencionei se chama Satoshi Tajiri, e a revista e empresa que ele criou junto com seus amigos se chama Game Freak, que seriam aqueles que em 1996 viriam a criar aquilo que conhecemos como Pokémon, e este é a literal representação de um grão de mostarda aos moldes do que Jesus disse na parábola, eles plantaram uma semente pequena, que depois de algumas décadas se tornou uma árvore gigantesca, que cresceu mais que todas as outras, Pokémon não é só um jogo muito famoso e popular hoje em dia, é também a maior franquia da Cultura Pop História da humanidade, passando e por muito o segundo lugar, e estando bem distante até mesmo de nomes famosos que surgiram antes dele como o famoso Mickey Mouse e diversas franquias gigantescas.


O grande erro das pessoas é menosprezar o começo, elas não entendem que pequenos começos, não necessariamente significa pequenos finais, mas a realidade é que muitos dos finais mais extraordinários da História começaram com algo pequeno, não menospreze o começo das coisas achando que sabe como elas acabarão, tem muitos projetos que até mesmo os próprios amigos e conhecidos de alguém vão vir, pensando que estão loucos em fazer, mas às vezes aquele projeto que começa pequeno acaba em última instância gerando resultados extraordinários, se Mendel Palace não tivesse sido bem sucedido, muito provavelmente eles não teriam feito mais jogos, e em última instância Pokémon nunca existiria, e nisto todos aqueles que algum tiveram contato com esta franquia ou aprenderam amar algo relacionado a ela nunca a teriam conhecido.

A grande razão do fracasso de muitos, não é porque tiveram um começo pequeno, e sim, que por conta do medo de fracassar não se arriscaram, isto me lembra inclusive a Parábola dos Talentos, em que um dos homens por medo de perdê-lo ao invés de arriscar investi-lo o escondeu e guardou, mas não era o certo a se fazer, certas coisas são arriscadas ao nossos olhos humanos, porém, são necessários, tem bons resultados que você só vai ter algum dia se arriscar começar, existem momentos que não adianta você ficar parado achando que tudo vai se resolver sozinho, quando você vê uma oportunidade não seja igual Nicodemus que viu o Mestre dos Mestres chamando-o para segui-lo e ignorou, faça como aqueles que não pensaram duas vezes em segui-lo, a zona de conforto da vida muitas vezes parece segura, sim, e realmente é bem confortável, porém, ela nem sempre é o melhor lugar do mundo, muitas vezes é saindo dela, é fazendo como Satoshi que deixou de ser um mero telespectador, alguém que conhecia e falava somente sobre a teoria, e sim vivendo a prática certas coisas e áreas importantes da sua vida, nisto até suas palavras ganham mais peso, conhecer a prática não só a teoria de algo, serve para dar um peso muito maior elas, do que alguém que conhece a mera teoria.


Agora vamos para outro momento, algum tempo depois do sucesso do jogo Pokémon, o anime surgiu, lá Ash (que originalmente se chama Satoshi em homenagem ao criador da obra) dormiu demais, e estava atrasado para o grande dia em que escolheria o seu pokémon inicial, nisto quando finalmente chegou ao Laboratório do Professor Carvalho ele teve uma notícia não muito agradável, todos os 3 iniciais de Kanto que estavam disponíveis para escolha dos treinadores que começassem a jornada aquele dia já haviam sido escolhidos, e assim não restou nenhum para ela, porém, o Professor então menciona uma opção, um pokémon bem insolente por assim dizer, que até se recusava e ficar na sua próprio pokébola diferente da maioria dos pokémons que foram capturados ao longo de todo anime, e acabou que este pokémon se tornou o parceiro inicial de Ash, era o Pikachu, que no começo mal obedecia ele, mas que com o tempo aos poucos foi se tornando o maior aliado e companheiro de jornada do protagonista, de certa forma o anime também é a representação de algo que começou pequeno, de certa forma Ash havia ficado com a pior opção, algo que sobrou, que era um pokémon desobediente que em muitos casos iria mais atrapalhá-lo do que ajudá-lo em sua jornada.


Em Kanto eles perderam, nas Ilhas Laranjas tiveram sua primeira grande vitória, mas que para muitos não significou muito já que era uma temporada e local filler sendo assim um torneio menor que os convencionais para definir um campeão, em Johto perderam de novo, e assim foi indo, Ash sempre conseguia cumprir o objetivo de juntar as 8 insígnias para poder chegar a Liga Pokémon no final, mas vez após vez ele perdia, as posições variavam, mas nunca conseguia triunfar, ás vezes até parecia de maneira extremamente injusta como quando o Treinador Tobias apareceu usando um Darkrai um pokémon mítico extremamente poderoso, mas nisto já havia virado um clichê de que o Ash sempre perderia as grandes ligas.


Até que em Kalos o protagonista estava com um dos times que muitos consideravam o mais poderoso de sua história, e que inclusive tinha o Greninja, ou Ash Greninja se preferir, um pokémon que tinha criado um vínculo com ele despertando um poder muito grande, nisto o protagonista estava ali, na grande final, faltava só mais um adversário para ele poder triunfar e depois de tantas gerações ser o grande campeão, mas infelizmente, novamente Ash perdeu, a realidade é que no caso dele, muitos teriam desistido bem antes, e tomado rumos diferentes, até parecido com o que Gary fez, seu maior rival original, que desistiu de ser um treinador com o tempo e optou por seguir os passos de seu Avô (Que era simplesmente o Professor Carvalho) e buscou também se tornar um professor e pesquisador pokémon.


Estamos agora em Alola, uma região baseada no Hawaii, que na realidade nunca havia tido uma Liga Pokémon Oficial, porém, no final das contas finalmente iria ter uma, e nisto Ash mais uma vez foi batalhar, e dessa vez, dessa vez ele triunfou, ele foi o campeão, e inclusive ele foi ao “pós-jogo” ao contrário que alguns imaginam é que não acaba na Liga, ele já havia se sagrado como o campeão daquela Região, mas agora era hora de enfrentar o que vinha depois, e é aqui é o momento onde muitos campeões fracassam, o próprio Tobias tem indícios de que fracassou já que em Sinnoh a campeã continuava sendo Cynthia, e assim o protagonista enfrentou o Professor Kukui um dos mais formidáveis adversários que teve em sua história, e assim a vitória dele estava completa, mostrando em termos práticos entender como é importante ser “fiel no pouco”, muitos só querem a melhor porção, muitos só querem os mais notáveis, ao ver ali que chegaram tarde demais que não poderiam começar com o pokémon que queriam, e pior ter que começar com o que sobrou justamente por parecer até “defeituoso” teriam desistido de suas jornadas, mas não Ash, e nisto através de várias jornadas ele e Pikachu ambos foram evoluindo em diversos aspectos até finalmente estarem prontos para vencer, mostrando mais uma vez que um pequeno grão de mostarda pode ter um crescimento que muitos jamais imaginariam, mas se tratando de Ash, não acabou ali, depois de triunfar naquela região, ainda tinha mais uma jornada à frente dele.


Ele iria para a Região de Galar, mas ali seria um pouco diferente, a Liga era o maior “All Stars” da história, já que muitos treinadores notáveis participaram, por exemplo, líderes de ginásio não eram “chefões” que você enfrentava para conseguir insígnias, aqui eles também estavam lutando para chegar ao tempo e as batalhas finais, o mesmo era com a Elite 4, que por muito tempo eram treinadores que pareciam invencíveis, mas o maior obstáculo era o que estava acima deles, eu não chamo esse torneio de um “All Stars” a toa, os demais campeões estavam presentes, até mesmo a Cynthia que parecia invencível por muito tempo, então alguns poderiam falar “Ah, mas ganhar uma Liga que está acontecendo pela primeira vez é fácil”, mesmo que no final o Ash ainda tenha vencido o Professor Kukui que era um treinador muito forte, mas aqui era chegado o momento de Ash e Pikachu enfrentarem o maior desafio de toda sua história.


Mas ao contrário do que aqueles que viram o começo, ou talvez até o meio, da jornada de Ash imaginariam, ele estava triunfando, vencendo inimigos notáveis, e chegou nas batalhas finais, vencendo Steven e seu Metagross, um dos pokémons mais poderosos do anime, e depois até ela, Cynthia e seu Garchomp que já causou pesadelos em muitos, avançando até novamente estar em uma final, não mais uma final que poderiam chamar de “fácil” ele havia enfrentando os maiores dos maiores, os mais notáveis treinadores daquela geração, e triunfando, e ali estava Ash enfrentando Leon, a luta foi avançando, tomando até rumos inesperados, já que normalmente você só poderia usar uma mecânica, porém, nesta batalha foi possível usar todas (Falo de Mega, Gigantamax e Movimento Z) sendo assim estavam lutando no auge, até que no final restam apenas um pokémon de cada lado, do lado de Leon estava seu Charizard, que era simplesmente seu Ás e pokémon mais poderoso, e do lado de Ash, quem mais estaria senão ele, Pikachu, aquele que começou como um insolente e desobediente e com o tempo se tornou seu maior aliado de todos.


Em certo momento a esperança parecia perdida, Pikachu parecia que ia cair, mas então ele lembrou, lembrou de todos os seus companheiros pokémon que o acompanharam nas jornadas com Ash, desde de Kanto até agora, e nisto juntou um pouco mais de forças para continuar lutando, ali a música clássica depois de tanto tempo volta a tocar, e como a canção mesmo diz “Esse é meu jeito de viver, ninguém nunca foi igual…” e assim o protagonista e seu Pikachu triunfam contra Leon, se tornando assim o campeão dos campeões, aquele que não só venceu um Torneio qualquer, ele triunfou sobre os maiores adversários que alguém poderia ter em sua era, se tornando realmente o maior de todos os treinadores naquela geração, e ali o grão de mostarda tomou proporções épicas que muitos não imaginariam.


Às vezes a primeira semente plantada já é suficiente ou já ajuda, porém, em alguns momentos você não pode desistir imediatamente de plantar, é necessário continuar tentando mesmo que não faça sentido, parecido com como Pedro diante das ordens de Jesus lançou às redes ao mar novamente, mesmo após um noite inteira de fracasso, e no final está é uma lição que a Game Freak no passa, e posteriormente o próprio anime de Pokémon nos passou também, infelizmente muitas pessoas não fazem algo por pensar que aquilo é insignificante demais, que não teriam relevância, mas de diversas formas algo que para muitos é pequeno, pode virar algo extraordinário com o tempo, se você tentar algo existe sim a chance de fracassar, mas não tentar na realidade não é uma posição segura, pelo contrário, enquanto no outro caso você fica na dúvida, neste aqui você tem a certeza que fracassou, existe até uma frase famosa de um esportista norte americano de que “Você era 100% dos arremessos que não tenta”, então não sei vocês, mas eu pessoalmente prefiro ficar com o risco de fracassar, do que ter a certeza que fracassei, apesar que isto como mencionei o próprio Jesus já ensina através da parábola dos Talentos, aquele que não tentou nada com o Talento que recebeu fracassou muito mais do que imaginaria, enquanto muitos fazem parecido pensando estar tomando uma posição ou decisão mais segura, estão fazendo um erro terrível.


Às pessoas não tem ideia, que na realidade isto que Jesus ensinou sobre os talentos, de que tomar uma posição “segura aos olhos humanos” pode ter um grande custo, é uma lição que o Antigo Testamento nos passou de maneira literal até, o SENHOR estava guiando seu povo, após tê-los salvos da mão dos egípcios, e nisto, em determinado momento enviaram alguns espiões para conseguir informações sobre quem deveriam enfrentar depois, só que a resposta deles foi um pouco conflitante, 2 falaram que aquela Terra era excelente aquela famosa que mana “leite e mel”, sim eles estavam falando simplesmente da Terra Prometida, porém, os outros 10 observaram de uma maneira mais problemática, ao invés de enxergar o possível resultado positivo, eles optaram por ver o fracasso, focaram em mencionar como era um povo poderoso que tinham até mesmo guerreiros gigantes, se sentindo como insetos diante deles, infelizmente os 10 ganharam, convenceram o povo a não ir, e o resultado, o resultado é um dos momentos mais tristes da Bíblia.


Por não confiarem na possibilidade de vitória, Deus não mais os ajudou ali, mesmo que posteriormente eles tentaram ir sozinhos, mas aí sim fracassando, perderam uma oportunidade única, e nisto, o custo foi alto, Israel foi condenado a ficar 40 anos no deserto, até que toda aquela geração infiel morresse de velhice, e em última instância até Moisés, não teve permissão para entrar na Terra Prometida, a zona de conforto custou muito caro para eles, e mais uma vez eu omiti algo, os 2 espias são, Calebe e Josué, e se ler o Antigo Testamento você saberá que por terem mantido sua fé em Deus, eles foram abençoados grandemente, sendo basicamente os únicos homem adultos que foram salvos do Egito que puderam entrar e usufruir daquela Terra que Deus prometeu, mostrando aqui mais uma vez como é importante ser fiel no pouco e arriscar, ao invés de simplesmente se conformar, a maioria pereceu e levou junto deles muita gente, mas por olharem para a possibilidade de vitória, e quão boa seria esta vitória ao invés de focar só nos pontos negativos, eles conseguiram aproveitar algo que poucos puderam, mas infelizmente muitos não percebem isto, não percebem que o custo de não fazer nada em algum momento é muito maior do que fazer, se fizer você pode fracassar eu sei, acontece em alguns momentos, mas se você não fizer você já fracassou, e o custo pode ser muito maior do que vocês jamais iria imaginar, ao mesmo tempo que a recíproca é verdadeira, o resultado de arriscar pode ser muito maior do que você jamais sonharia, o Calebe com 85 anos tinha sido tão grandemente abençoado por Deus, que mesmo que velho em idade humana, ele se sentia tão jovem, o SENHOR não somente permitiu que eles adentrassem aquela Terra Prometida, mas deu condições aos dois para que aproveitassem bem esta vitória, e a fé permanecia inabalável, enquanto os outros espiões ficaram com medo no passado, Calebe confessou mesmo depois de tanto tempo "Se o SENHOR estiver comigo, eu os expulsarei" e nisto um idoso de 85 anos foi enfrentar gigantes de maneira literal, e venceu aqueles adversários poderosos que muitos teriam medo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SGC #20 - "E se?" Uma reflexão com o exemplo de Professor Girafales e Dona Florinda.

- Que milagre o senhor por aqui! (Dona Florinda / DF) - Vim lhe trazer este humilde presente. (Professor Girafales / PG) - Muito obrigada! Não gostaria de entrar para tomar uma xícara de café? (DF) - Não será muito incômodo? (PG) - Mas é claro que não, queira entrar! (DF) - Depois da senhora. (PG) Não uma, nem duas, muito menos três mas centenas de vezes este diálogo mencionado anteriormente se repetiu, era óbvio o interesse que um tinha no outro, entretanto nenhum dos dois tomava iniciativa, ficando sempre na mesmice de sempre, uma enrolação sem fim, de forma parecida agem muitos indivíduos no mundo real, inclusive dentro da Igreja. Algo que ocorre é que muitas pessoas se acostumam à uma zona de conforto e por conta disto não tentam coisas diferentes, e assim permanecem sempre no mesmo diálogo sem nunca avançar além disto, e assim perdem a oportunidade de conquistar algo mais, estas pessoas pensam “e se piorar?” “e se eu perder o que eu já tenho?” e outros pensam...

SGC #22 - Não é nada disto do que você está pensando

Este personagem foi escolhido pelo fato de ser o mais poderoso do anime Dragonball... quer dizer, na verdade não é isto.., ele foi escolhido por um motivo simples mas do qual podemos tirar uma lição relevante, seu nome é Mr. Satan. Muitos pais no passado foram à loucura quando viram seus filhos assistindo determinado episódio de Dragonball Z aonde a multidão gritava “Satan, Satan, Satan..”, obviamente com este nome as coisas podem ser facilmente interpretadas de maneira errada, no final de contas ele é um personagem que não tem nada a ver com Satanás a não ser talvez o fato dele ser um grande mentiroso, mas seu nome não tem relação alguma com Satanás, na verdade o criador do anime tentou fazer um um anagrama (inverter a ordem das letras de uma palavra a fim de formar uma nova palavra) com a palavra Santa que se refere ao Nome Santa Claus que traduzido seria Papai Noel, só que parece que os resultados foram bem inesperados, por conta de sua cultura Akira Toriyama (criador do anime...

SGC #10 - Aprendendo com o exemplo de Aldebaran de Touro

Sabe qual o único motivo pelo qual um crente costuma buscar saber seu signo?, para saber qual Cavaleiro de Ouro o defende no anime Cavaleiros do Zodíaco, grande maioria para não dizer todos ficavam decepcionados quando descobriam que o defensor do seu signo era o gigante brasileiro chamado de Aldebaran. Ele é um dos doze cavaleiros de ouro que defendem Athena, ou seja, está entre os cavaleiros mais poderosos (e de patente mais alta), Aldebaran é conhecido por sua enorme força física porém ainda sim na maioria das vezes é considerado pelos fãs do anime como um dos cavaleiros de ouro mais fraco, senão o mais fraco. Aldebaran ficou marcado por momentos não muito “grandiosos”, na primeira grande saga do Anime ele foi o primeiro cavaleiro de ouro à ser derrotado pelos cavaleiros de bronze, obviamente que ele não lutou a sério mas isto muita gente não conta, em outra temporada ele foi derrotado facilmente pelo inimigo, mas ao contar esta história muitos se esquecem que este...